Águeda e Barrô: Santa Casa inaugurou obras
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As obras de remodelação levadas a cabo pela Santa Casa da Misericórdia, em Barrô (Casa de Repouso) e em Águeda (Lar Conde de Sucena), foram inauguradas, no sábado, 17 de Novembro.
As de Barrô consistiram na dotação de mais oito camas, apoiadas pelo Programa Modelar, e, em Águeda, a remodelação das alas norte e poente, apoiadas pela Câmara Municipal e integradas no Programa de Regeneração Urbana. As cerimónias tiveram inicio em Barrô (Casa de Repouso), pelas 10 horas, com a eucaristia concelebrada pelo Bispo de Aveiro (D. António Francisco), com o padre António Tavares (ex-capelão) e o diácono Augusto Semedo. Na homília, D. António Francisco lembrou o dr. António Breda, o engº. Adolfo Roque e “todos os que trabalham nesta casa”, incluindo as voluntárias. As trabalhadoras e as voluntárias, no final, cantaram um poema dedicado ao dr. Breda, a que se seguiu a visita à Casa de Repouso, especialmente à zona remodelada. O provedor Amorim Figueiredo convidou a rumarem a Águeda, onde foram recebidos pelo grupo coral de voluntárias e trabalhadoras do Lar Conde de Sucena, com a interpretação de um tema dedicado áquele grande benemérito. Já no interior do edifício, o cicerone, dr. João Lousado (secretário-geral da Santa Casa da Misericórdia), convidou à inauguração da Biblioteca Comendador Soares de Almeida Roque. Na impossibilidade da presença do homenageado, descerrou a placa o seu genro (Carlos Abrantes). Seguiu-se a visita às instalações, mormente à área intervencionada e, já no exterior, o bispo de Aveiro procedeu à benção de duas viaturas de apoio domiciliário (com o apoio da Câmara Municipal de Águeda). A sessão solene de boas-vindas, no salão nobre, foi precedida de um momento musical com o guitarrista João Ferreira. O Provedor disse que “o Estado ao ajudar não faz nenhum favor” e que, nestas instituições”, interessa mais o homem do que as paredes que o albergam”. Agradeceu a presença de todos (não esqucendo a comunicação social) e salientou a ajuda da Câmara Municipal de Águeda. Infância Paplona referiu “o enorme prazer em estar em Águeda”,, reconhecendo” o trabalho de qualidade que aqui é prestado. Jorge H. Almeida disse “sentimo-nos tranquilos em Águeda, dado o número de instituições existentes”. Santos Sousa falou do prazer em se encontrar mais uma vez em Águeda (a segunda nesta casa) e que “esta terra é um exemplo em solidariedade social”. Faria Gomes referiu, algo emocionado, o reconhecimento ao dr. Breda e ao engº Roque. Considerou o primeiro como “seu segundo pai” e revelou que participa na Santa Casa a convite do amigo Adolfo Roque. O Bispo de Aveiro afirmou estarmos a viver um momento de partilha, gratidão e esperança e o que seria de Portugal sem o trabalho destas instituições? Referiu-se ainda ao serviço prestado pelo voluntariado. No final houve entrega de lembranças e um lanche partilhado e animado. n WILSON ABRANTES
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