Fermentelos: Marcial tem 144 anos de actividade ininterrupta!...
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A Banda Marcial de Fermentelos - mais antiga colectividade cultural do município - comemorou, dia 27 de Outubro, uma grosa (doze dúzias) de actividade ininterrupta, numa festa que juntou mais de 250 pessoas na sede da instituição.
Rui Raínho Pires, presidente de direcção da BMF, começou por fazer o balanço de “uma época cheia de sucessos”, que, na sua opinião, se deveram “à excelência da direcção artística do maestro e à qualidade dos músicos”. O líder da Marcial expressou o desejo de manter “a aposta na Escola de Música, afirmando os valores da formação” e defendeu que é preciso “adaptar a Rambóia aos tempos que vivemos”, antes de relevar os apoios “da Câmara, Junta de Freguesia e da UBA”.
Segurar estas instituições
O tesoureiro da União de Bandas de Águeda, Jorge Castro Madeira, destacou os 144 anos da Banda Marcial “a semear e a espalhar cultura musical”, sublinhando, depois, “a preocupação da instituição em voltar a juventude para a cultura”. “O país atravessa uma crise enorme e estamos a ser esmagados, mas temos que segurar estas instituições. Não podemos deixar morrer este país!”, apelou Jorge Castro Madeira, antes de recordar o contributo de Ulisses Carvalho de Jesus para a afirmação da BMF, que, disse, “conseguiu resistir a duas guerras mundiais e a uma época de forte emigração”. “A quantidade de jovens que compõem esta Banda” foi realçada por Carlos Nolasco, presidente da Junta de Freguesia de Fermentelos, que destacou, também, “as dificuldades e sacrifícios que foram ultrapassados para manter a Marcial em actividade”. O autarca manifestou vontade de “continuar a apoiar as instituições de Fermentelos”, vila que “tem um gosto especial pela música e pela arte”. A Câmara Municipal de Águeda fez-se representar pelo vice-presidente, Jorge Almeida, que disse ser “humanamente impossível pensarmos em chegar aos 144 anos”. “A Banda Marcial passou por muitas crises e soube resistir”, constatou Jorge Almeida, ciente que “a instituição perdurará com força e pujança”. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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