A Assembleia Municipal de Águeda aprovou, por unanimidade, uma moção no sentido de garantir que o Hospital Distrital de Águeda não fique esvaziado de valências nucleares ao seu funcionamento. E quer ver esclarecida a posição do Ministério da Saúde quanto ao seu funcionamento.
A sessão extraordinária de 8 de Junho de 2012 foi tempo para o presidente da Câmara, Gil Nadais, sublinhar quere ir mais longe, enveredando, até, pela via judicial.
O recente encerramento do laboratório de análises clínicas e a introdução do chamado método da química seca, faz temer o fecho das urgências e os autarcas aguedenses admitem mesmo avançar para uma petição na Assembleia da República, para além de uma providência cautelar, para evitar o fecho do laboratório, e intentar queixa por gestão "danoso e dolosa" contraa administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV).
O presidente Gil Nadais chegou a falar de "numa agenda secreta" do CHBV para não potenciar as capacidades do Hospital de Águeda e Paulo Matos (PSD) concordou mas sugeriu ser melhor aguardar por «esclarecimentos da administração hospitalar, antes de lançar anátemas que podem ser prejudicais".
O CDS, pela voz de António Martins, é que já perdeu toda a confiança» e disse que «é preciso agir quanto antes», porque «não vale a pena perder tempo com quem não pode acudir ao fogo»,