Águeda: Cruz Vermelha de Águeda é referência para o país
A Delegação de Águeda foi apontada pelo representante da Cruz Vermelha Portuguesa como «referência no país». «As delegações são o que for o seu presidente», disse Pimenta Araújo, referindo-se a César Marques e falando nas comemorações dos 35 anos da instituição aguedense.
As cerimónias decorreram a 21 de Abril e César Marques lembrou os fundadores Sebastião Dias Lobo (o primeiro presidente, em 1977), Arménio Costa e Eva Costa (esposa), que citou «preocupados com as necessidades das famílias mais carenciadas». A Delegação cresceu, sempre preocupada com «os mais vulneráveis», a quem «dá uma refeição quente, uma dormida, um agasalho, um banho, uma muda de roupa, uma palavra amiga e, quando necessário, um transporte em ambulância», afirmando-se no tecido social aguedense como «indispensável na vida de comunidade». O «corte drástico no transporte de doentes» - cerca de 15 000 euros por mês - levou César Marques a denunciar «algumas dificuldades para manter todas as respostas sociais» e a pedir a Santos Sousa, director da Segurança Social de Aveiro, «em nome dos mais necessitados e excluídos», que «não podendo melhorar os acordos, pelo menos os mantenha». VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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