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Águeda: PSD e CDS em tom de protesto faltaram à sessão do orçamento

por Redacção Soberania em Novembro 23,2011

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A Assembleia Municipal (AM) de Águeda, agendada para segunda-feira, 21 de Novembro, não se realizou por falta de quórum. Dos 41 eleitos, responderam à chamada apenas... 15 - todo o Grupo Municipal do PS e o independente Rui Pinho, presidente da Junta de Freguesia de Aguada de Baixo.

PSD e CDS fizeram saber, ao final da tarde desse dia 21 de Novembro, que não marcariam presença na AM, em protesto, sobretudo, contra o dia (uma segunda-feira) escolhido para a realização dos trabalhos.
Os social-democratas, em comunicado de quatro pontos, defendiam o agendamento das sessões “para dias em véspera de fins-de-semana ou feriados”, por forma “a permitir a conciliação entre a vida profissional e política dos membros da Assembleia”.
O PSD considera que a marcação para “uma segunda-feira, com uma ordem de trabalhos extensa, denota falta de consideração e respeito e frustra o consenso generalizado entre os membros da AM”, sublinhando a ideia de que as sessões devem ser, especialmente, às sextas-feiras.
O PSD insurge-se, também, contra o facto do ponto relativo às Opções do Plano e Orçamento para 2012 e mapa de pessoal ter sido remetido para o fim da ordem de trabalhos, e queixa-se “da entrega sempre tardia dos documentos de suporte para análise e estudo”, que, dizem, “é absolutamente inaceitável e motiva esta tomada de posição, em tom de protesto”.
“Não podemos deixar de repudiar este procedimento, o qual se revelará ainda mais grave, se for resultado da alguma ingerência ou interferência do presidente da Câmara Municipal no agendamento das sessões deste órgão, pressões às quais o presidente da Mesa da Assembleia Municipal deve ser imune”, conclui o PSD.
O CDS/PP, sem emitir comunicado, confirmou idêntica posição a SP, que, nessa tarde, ouviu a presidente Eunice Neto.
Os independentes Manuel Campos (Espinhel) e Pedro Rodrigues (Macieira de Alcôba) também não compareceram.
A. Celestino de Almeida, presidente da AM, considerou que “a decisão do PSD e CDS, de não participarem na sessão, por ser segunda-feira, é incongruente, não tendo qualquer suporte legal” e informou que “não sendo uma justificação legalmente aceitável, os membros não presentes vão ter falta injustificada”.
O líder da AM disse que “a marcação da 5ª. sessão ordinária foi acordada com o presidente da Câmara” e que “a convocatória e envio de elementos de análise dos pontos a discutir respeitaram a legislação aplicável e regimental”, que, disse, “não define dias (específicos) de agendamento”.
Uma nova sessão ficou marcada para a próxima terça-feira, dia 29 de Novembro, às 21 horas, com a mesma ordem de trabalhos. Uma decisão que pode ser um “convite” a nova ausência das oposições social-democrata e centrista. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA


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