O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Águeda pronunciou hoje o engenheiro suspeito de ter assassinado o ex-companheiro da filha, a 5 de Fevereiro, em Oliveira do Bairro, pelo crime de homicídio simples - cuja pena pode ir até 16 anos de prisão.
O arguido, de 63 anos, também foi pronunciado por posse de arma proibida. A acusação do Ministério Público apontava para um crime de homicídio qualificado, cuja pena poderá atingir os 25 anos de prisão.
Ocrime ocorreu quando a vítima, um advogado de 35 anos, visitava a filha de quatro, num parque, de acordo com o processo de regulação do poder paterna que decorria. O engenheiro (ex-sogro) estava com a criança (neta) ao colo e disparou seis tiros contra o ex-companheiro da filha.
Consumado o crime, dirigiu-se ao posto da GNR e entregou-se, com o revólver que tinha utilizado.