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Entrevista: Uma educação de qualidade nos propósitos da "nova" escola

por Redacção Soberania em Fevereiro 02,2011

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Francisco Vitorino, Director da Escola Secundária Marques de Castilho (ESMC), entende que as obras de remodelação inauguradas no dia 29 de Janeiro, contribuem “para dotar Águeda e o concelho de um equipamento que muito dignifica a escola pública e a qualidade do ensino”.

O director da ESMC, depois, mostrou-se convicto “que uma escola que ao longo de 84 anos desempenha o papel que a Marques de Castilho tem desempenhado, só pode ter uma capacidade imensa de se reinventar e de se superar a si própria”.
SP: Está inaugurada a nova ESMC. Que sentimento o assalta?
FV: Sentimento de dever (semi) cumprido. Por um lado, encerrou-se um ciclo de obra que, como se compreenderá, acarretou alguns constrangimentos ao funcionamento da escola e que agora terminará. Por outro, não posso esquecer que há ainda pequenos ajustamentos a fazer e que o projecto não está concluído. Ainda assim, tenho a grata sensação de que contribui para dotar Águeda e o concelho de um equipamento que muito dignifica a escola pública e a qualidade do ensino.  
SP: A remodelação foi de encontro às expectativas iniciais da direcção da Escola?  
FV: Como sabe, é frequente dizer-se que só estamos em condições de iniciar uma obra depois de a concluir. É um facto que haveria pequenos aspectos que poderiam ter sido pensados de maneira diferente, ou terem vindo mais ao encontro das sugestões dadas pela escola. No entanto, a arquitectura também é criação, também é arte, e nas questões da criação e da arte cada um tem o seu gosto. Do ponto de vista prático, é um facto inegável que as condições de trabalho de que agora dispomos vêm potenciar muito a qualidade das aprendizagens, o bem-estar e a segurança dos alunos e rentabilizar o esforço desenvolvido por todos os intervenientes: professores, funcionários, alunos e órgãos de direcção e gestão.
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