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Entrevista: Uma educação de qualidade nos propósitos da "nova" escola
Francisco Vitorino, Director da Escola Secundária Marques de Castilho (ESMC), entende que as obras de remodelação inauguradas no dia 29 de Janeiro, contribuem “para dotar Águeda e o concelho de um equipamento que muito dignifica a escola pública e a qualidade do ensino”.
O director da ESMC, depois, mostrou-se convicto “que uma escola que ao longo de 84 anos desempenha o papel que a Marques de Castilho tem desempenhado, só pode ter uma capacidade imensa de se reinventar e de se superar a si própria”. SP: Está inaugurada a nova ESMC. Que sentimento o assalta? FV: Sentimento de dever (semi) cumprido. Por um lado, encerrou-se um ciclo de obra que, como se compreenderá, acarretou alguns constrangimentos ao funcionamento da escola e que agora terminará. Por outro, não posso esquecer que há ainda pequenos ajustamentos a fazer e que o projecto não está concluído. Ainda assim, tenho a grata sensação de que contribui para dotar Águeda e o concelho de um equipamento que muito dignifica a escola pública e a qualidade do ensino. SP: A remodelação foi de encontro às expectativas iniciais da direcção da Escola? FV: Como sabe, é frequente dizer-se que só estamos em condições de iniciar uma obra depois de a concluir. É um facto que haveria pequenos aspectos que poderiam ter sido pensados de maneira diferente, ou terem vindo mais ao encontro das sugestões dadas pela escola. No entanto, a arquitectura também é criação, também é arte, e nas questões da criação e da arte cada um tem o seu gosto. Do ponto de vista prático, é um facto inegável que as condições de trabalho de que agora dispomos vêm potenciar muito a qualidade das aprendizagens, o bem-estar e a segurança dos alunos e rentabilizar o esforço desenvolvido por todos os intervenientes: professores, funcionários, alunos e órgãos de direcção e gestão. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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