Águeda preparada para combater os incêndios florestais
Há 24 anos, a serra de Águeda foi lavrada por dantesco incêndio, que semeou lutos e roubou pequenas fortunas aos agricultores florestais. Morrerem 16 pessoas - 13 delas bombeiros voluntários de Águeda e Anadia -, bombeiros que sacrificaram as suas vidas para salvar a fortuna colectiva.
Águeda está preparada para se defender de um drama destes? Jorge Henrique Almeida, vice-presidente da Câmara Municipal e responsável pela protecção civil, diz que sim: “Há um plano de articulação, que faz prevenção e actua de imediato, envolvendo várias instituições”. SP: O Plano Municipal de Defesa da Floresta? JHA: Exacto, um plano que articula bombeiros, associações de protecção civil, os GIPS da GNR, Cruz Vermelha, hospital, centro de saúde, o helicóptero estacionado no aeródromo, os sapadores municipais. Estes, têm trabalho diário, coordenado pelo Gabinete Técnico Florestal, que desenvolve ações de defesa, protecção e promoção da floresta, criando condições para que possa ser defendida. É um trabalho de ano inteiro. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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