MACOAG projectada para o êxito
A MACOAG abriu portas a 15 de Maio, depois da inauguração oficial de véspera. «Fica bem em Águeda, fica bem em qualquer parte do mundo», disse José Mota, Governador Civil de Aveiro, que presidiu à cerimónia.
O enorme empreendimento é resultado da «determinação e espírito empresarial» da família Almeida (pai Carlos Alberto, filhos João e Carlos), que José Mota citou como empreendedores de «grande visão». «Quem faz um esforço destes, tem de ser compensado, ter êxito», disse o Governador Civil, que se disse «portador de uma abraço do Secretário de Estado do Comércio». A MACOAG localiza-se junto à Rotunda da Bicicleta e, disse Carlos Alberto Almeida, «não é um virar de página, mas um virar de agulha» do caminho empresarial da família – até agora mais virado para o sector industrial. «A fronteira entre o êxito e o abismo é muito ténue, a tarefa que temos pela frente é árdua, não temos ilusões, mas estamos confiantes», disse o empresário, sublinhando que a empresa já é PME Líder, que «o êxito se espelha nos nossos filhos, é deles e dos colaboradores» e sem esquecer de partilhar o momento de inauguração com «alguém que partiu há 20 anos mas está presente» - o pai. João Almeida, gestor do hipermercado de construção, bricolage, decoração e jardim, emocionou-se na sua intervenção. «Vou parar por aqui», disse, depois de frisar que «os colaboradores são o mais importante que nós temos» e sem esquecer «todos os fornecedores e parceiros de negócios». O Governador José Mota viria a falar do «choro de alegria» do momento de inauguração, momento «tão feliz para Águeda, para Aveiro e o país». «O que vocês tem aqui é do melhor». Foi assim que Gil Nadais se referiu à MACOAG, dando parabéns à família Almeida: «Parabéns e obrigado pelas magníficas instalações. Já vi muitas exposições e o que têm aqui é do melhor, se não o melhor que vi até hoje», disse o presidente da Câmara, «sem falsos elogios». Gil Nadais sublinhou, depois «a dinâmica dos empresários do concelho», que se afirmam não só em Águeda, mas em Águeda, no país e no estrangeiro», numa evidente alusão à internacionalização da MACOAG. E ironizou, a fechar o seu discurso: «Que ganhem muito dinheiro, para nós cobrarmos as derramas»
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