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Clement Desalle venceu Grande Prémio de Motocross de Águeda
A regularidade valeu a Clement Desalle a vitória no GP de Portugal que se disuttou em Águeda, para o Mundial de Motocross.
O piloto da Suzuki chegou a estar em dúvida para este GP, depois da queda em Valkensward, há duas semanas, não foi o melhor na qualificação, ganha por David Phillipaerts. No arranque para a primeira manga de MX1 quem saiu melhor foi o alemão Max Nagl, vencedor na pista de Sevlievo ,na Bulgária e o primeiro líder do mundial. Assumiu o primeiro posto e levou atrás Clement Desalle e David Phillipaerts, pilotos que estiveram nessas mesmas posições ao longo da corrida - que chegou mesmo a ser monótona, especialmente entre estes três primeiros. Rui Gonçalves arrancou no quarto posto, mas rapidamente começou a perder posições, devido à falta de ritmo que o piloto referiu ser neste momento o seu ‘calcanhar de Aquiles’. Terminou na 11ª. posição final. Xavier Boog ascendeu ao quarto posto na segunda volta e por aí ficou até ao final, com a animação a cargo de António Cairoli, o 13º. na primeira volta, dada a recuperação do Campeão do Mundo até ao quinto posto final. Cairoli, na segunda mang, arrancou melhor e de imediato construiu alguma vantagem, sendo sempre o líder até final. Atrás dele, a animação foi constante, numa corrida bem mais melhor que a primeira. Clement Desalle assumiu o segundo lugar, por troca com Xavier Boog, à terceira volta, e ganhou margem para poder “respirar”, enquanto que Boog, Evgeny Bobryshev e Ken de Dycker se entretinham a lutar pelo terceiro posto, luta a que se juntou Max Nagl, oitavo no final da primeira volta. A quatro voltas do final, Desalle cometeu um erro e quase que via a vitória no GP fugir-lhe entre os dedos. Mas numa resposta cheia de garra, o belga da Suzuki recuperou da quinta para a segunda posição em apenas três voltas, para ser segundo atrás de Cairoli e ser o primeiro piloto de outra marca que não a KTM a vencer um GP este ano. Rui Gonçalves foi 13º, na derradeira manga e terminou na 11ª. posição neste GP de Portugal Entre os ‘wild card’, apenas Luís Correia terminou ambas as mangas, mas sempre fora dos pontos.
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