header Incio | Pgina inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avanada »
Seces
Arquivo
2 3 4 5 6 Sab Dom
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031

Notcias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votao: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votao | Votaes antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

Clero de Aveiro alertado para a necessidade de formação

por José António Carneiro em Fevereiro 15,2010

image


O segundo dia da formação do Clero de Aveiro arrancou com uma comunicação sobre a Formação Permanente dos Presbíteros, a partir do pensamento de Amadeo Cencini. As Jornadas em Albergaria congregam meia centena de padres e diáconos

O cónego António Jorge, da diocese de Viseu, foi o orador convidado e apresentou em traços largos as linhas mestras de Cencini – sacerdote italiano que esteve presente no último Simpósio do Clero de Portugal - sobre a formação permanente. Reforçou as ideias do italiano, que usa a metáfora da respiração humana para falar da formação permanente.
“A Formação Permanente é como a respiração humana ainda que com arritmias e intermitências”, frisou. De seguida, lançou os pressupostos dessa formação permanente a partir do que defende Cencini: renovação da consagração; novo modo de formar candidatos; colocação no centro da formação sacerdotal a formação permanente e, por fim, renovação da própria ideia de formação.
O sacerdote viseense considerou que a formação permanente “é uma longa parábola inacabada, é crescimento contínuo para Cristo, que deve ser pensada antes sequer da formação inicial dos candidatos ao sacerdócio”. “Não pode ser mera reciclagem intelectual e deve ser tida em consideração logo no início da caminhada de discernimento vocacional no Seminário”, sublinhou e  prosseguiu: “Não podemos no Seminário continuar a formar “padres para este tempo”, uma vez que quando chegar a hora do exercício pastoral esse tempo já passou”, ressalvando, deste modo, a importância da formação permanente.
António Jorge referiu ainda a “docibilitas” como a ideia central do pensamento de Cencini. E deixou a definição da palavra latina: “Pleno envolvimento activo e responsável da pessoa no processo educativo e formativo”. Para o conferencista, a “docibilitas” deve começar a ser ensinada nos Seminários.
No diálogo sequente à comunicação, António Jorge ressalvou a necessidade de “um maior acompanhamento aos sacerdotes, por parte quer do bispo quee do próprio presbitério”. Vincou, por fim, a necessidade de se perceber a formação permanente como “respiro da vida”, tendo a percepção de que tudo o que se faz no dia-a-dia se engloba e envolve nesse mesmo processo de formação permanente que leva ao crescimento e a uma maior conformação com Cristo Bom Pastor.
José António Carneiro
(Diácono)

587 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 (total 0 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados