Plano de Mobilidade com críticas da população local
por SP em Janeiro 01,1970
O Plano de Mobilidade da área urbana da cidade apresentado em Janeiro de 2007 pela Câmara Municipal, começou a ser implementado e já com críticas ao executivo.
A autarquia, dois anos e oito meses depois de ter revelado as suas propostas para o reordenamento do trânsito concretizou uma das ideias mais “revolucionárias”, fazendo o aproveitamento do Jardim Conde Sucena como plataforma giratória, motivando que o trânsito, em parte das ruas 15 de Agosto (sentido nascente-poente) e Santa Casa da Misericórdia (sentido norte-sul) passe a ter um só sentido. A implementação desta ideia está a gerar alguma confusão junto à Gare Rodoviária, principalmente em horas de grande concentração de autocarros, ao final da tarde, que já resultaram em críticas à Câmara Municipal. Isabel Simões, proprietária da Foto Gomes, mostrou-se preocupada. “Assim, não sei se não valerá mais a pena fechar as portas!”, disse, incomodada com “o barulho e os fumos resultantes do estacionamento dos autocarros, mesmo à porta do estabelecimento”, que, revelou, “já me causaram estragos na fachada”. O plano de mobilidade previa, também, a abertura da Rua Luís de Camões ao trânsito, num só sentido, (nascente-poente) e a obrigatoriedade de se voltar à direita, à saída da Rua Eduardo Caldeira (cruzamento de Alta Vila), para quem transitar no sentido poente-nascente. Medidas que estão por implementar e que não se irão ser
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