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Assequins: Catraio está sem presidente ao fim de dois curtos…meses

por Redacção Soberania em Maio 04,2009

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O presidente da direcção de O Catraio formalizou a sua demissão, pouco mais de dois meses depois da posse, alegando “divergências profundas com um dirigente”. “Perante a passividade e silêncio dos restantes elementos, decidi demitir-me”, disse Augusto Figueiredo.

O dirigente auto-demissionário afirmou a SP que durante a sua presidência, “o Catraio teve mais visibilidade que durante todo o último ano, apareceu na rua, nos jornais e na rádio”. “Foram feitos arranjos e melhoramentos que se arrastavam há algum tempo”, disse Augusto Aguiar, precisando que “outros há, ainda a necessitarem de imediata intervenção”.
Considerando a sua decisão como “irrevogável”, Augusto Aguiar falou de “entrevistas e contactos feitos para resolver alguns problemas” da associação e que “todo este trabalho foi menosprezado, desvalorizado e até criticado pelo mesmo dirigente, não sei com que fins, ou talvez saiba…”. Por outro lado acusou-o de “não ter dados solução aos três ou quatro assuntos que tomou a seu cargo”.

Augusto Aguiar
irredutível

O agora ex-presidente apresentou a demissão a Luísa Oliveira, presidente da assembleia-geral, que o tentou demover, elogiando até o seu trabalho e solicitando-lhe que não se afastasse de O Catraio. A verdade é que Augusto Aguiar manteve a decisão: “É irrevogável, dado que os factos ocorridos foram demasiado graves”, disse a SP.
O Catraio, no seu entendimento, “tem um longo caminho a percorrer e muito trabalho pela frente”. “Praticamente, ainda está no princípio dessa caminhada e poderá até acontecer que nos voltemos a encontrar, mas com outras pessoas e nunca com estas”, sublinhou Augusto Aguiar, lembrando que “criticar é fácil mas não é para todos” e, por outro lado, que “teóricos e críticos é o que por aí há mais”.

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