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Travassô: Junta apela a consenso entre Fabriqueira e Judas

por Redacção Soberania em Abril 23,2009

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A Junta de Freguesia de Travassô apela ao “consenso entre as Comissões Fabriqueira e dos Judas”, para solucionar a questão que tem resultado, nos dois últimos anos, na realização da visita pascal.

“Há espaço para as duas actividades, sem se chocarem e sem ferirem susceptibilidades, respeitando-se as tradições da freguesia, disse Mário Martins.
A questão nuclear que divide a paróquia está na não concordância, por parte da Comissão Fabriqueira, presidida pelo padre Júlio Granjeia, de as comissões do Judas fazerem, com a visita pascal, o peditório que sustenta a realização da tradição pagã. O que “sempre foi assim”, como alegam as duas comissões do Judas (a de Travassô de Baixo e Travassô de Cima).
Perder-se-á na memória do tempo “assim acontecer”. “Desde que nos conhecemos”, argumenta o Grupo de Amigos que, na última edição dos jornais de Águeda, contesta a decisão do pároco não fazer a visita pascal - o que acontece pelo segundo ano consecutivo.
“As partes precisam de se entender e sugerimos que se disponibilizem para um diálogo aberto e franco. Nós, Junta de Freguesia, estamos disponíveis para ajudar a concertar entendimentos que não melindrem as partes e salvaguardem os superiores interesses da freguesia”, disse o presidente Mário Martins, ouvido por SP.
A tradição do Judas é secular, assim como a da visita pascal - que é dia de partilha e comunhão dos católicos. Não se entende como é que as partes chegaram a este ponto de não entendimento.
“Há espaço para todos, para que a vista pascal aconteça como é tradição e de forma absolutamente digna e que o peditório do Judas se faça, sem quer alguém se sinta melindrado. É preciso pacificar a freguesia”, disse Mário Martins, lembrando que “não há memória,  de Travassô não ter a visita pascal”.
SP, como referimos na última edição, solicitou ao padre Júlio Granjeia um testemunho sobre a situação mas, por razões que não nos foram explicadas, entendeu o pároco e presidente da Comissão Fabriqueira não responder ao nosso pedido - sacrificando, assim, a oportunidade de os leitores conhecerem a sua posição.
Voltámos a fazê-lo, em tempo útil para esta edição, mas também não tivemos resposta.


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