GICA: Clube está vivo e disponível para ajudar a projectar Águeda
Luís Sá Pereira, 57 anos, assumiu a presidência do GICA em Setembro de 2008, na sequência do falecimento do então presidente, Adolfo Roque, que tinha sido eleito para um mandato de dois anos no Verão passado.
O actual presidente do GICA foi vogal na direcção de Luis Mendes da Paz, em 1988/89, e voltou a integrar a estrutura dirigente do clube em 2001/02, assumindo, então, a vice-presidência da direcção de Joaquim Almeida e Costa. O clube, com cerca de 300 atletas e 1400 associados, 70% deles pagantes, tem um orçamento próximo dos 800.000 euros para 2009, que abarcar um vasto conjunto de actividades que se desenvolvem no seu seio - basquetebol, campismo/caravanismo, canoagem, ginástica aeróbica, hidroginástica, motorismo, karaté, e ténis de mesa. Numa altura que se justificava de redobrada festa, o clube vive um dos piores momentos afectivos da sua história centenária, em virtude das recentes baixas ocorridas no seu elenco directivo. As mortes do presidente Adolfo Roque e do vice-presidente Álvaro Arede, ainda estão bem presentes. SPD: Como é que o clube tem ultrapassado as mais recentes contrariedades? LSP: Acreditando sempre que estamos a fazer aquilo que os nossos colegas, Adolfo Roque e Álvaro Arede, gostariam que estivesse a ser feito. Ou seja, estamos a trabalhar com a firme disposição de impulsionar o clube para vôos maiores de modo a garantirmos a sua auto-sustentação. SPD: Mas como é que se resiste a tanta... má sorte? LSP: Com a convicção de que, apesar de tudo, Águeda merece um clube forte, desenvolvido e com objectivos que possam ir ao encontro das expectativas dos aguedenses, nomeadamente da sua juventude. Neste contexto, precisamos de sentir, fundamentalmente, o apoio da sociedade aguedense, como incentivo moralizador. SPD: Como é que Águeda e os aguedenses têm olhado para a sua colectividade mais eclética? LSP: Tem havido uma mudança de atitude. O GICA chegou a ser visto, por alguns, como um clube fechado, mas temos mostrado, de portas abertas, que estamos ao serviço da sociedade aguedense, ainda que necessitemos da sua comparticipação, para mantermos a actividade. VER EDIÇÃO SP IMPRESSA
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