Economia: AEA contesta custo da electricidade
A Associação Empresarial de Águeda (AEA/AIA) há muito que se queixa dos “elevados preços da electricidade”. Agora, em exposição ao Ministro da Economia, levanta a questão do “mau serviço de fornecimento de energia eléctrica às empresas da região”.
A AEA/AIA, no documento enviado ao ministério, sublinha “ter recebido inúmeras reclamações das empresas associadas sobre a má qualidade do serviço de fornecimento de electricidade prestado pela EDP”. Cita os cortes superiores a três minutos e os “frequentes micro-cortes que, em algumas freguesias do concelho de Águeda, atingiram os 66 micro-cortes nas últimas quatro semanas. A situação, segundo a AEA/AIA, “causa danos nos equipamentos electrónicos, produtivos e administrativos; quebras de produção resultantes das paragens dos equipamentos e da manutenção; atrasos na satisfação de encomendas; e aumento dos custos de manutenção e de produção”. “Acontece que, para além das empresas pagarem a electricidade a preços exorbitantes, são confrontados com o deficiente serviço de fornecimento”, frisa a AEA/AIA. Estas razões e pelo facto, diz a AEA/AIA, de “a ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) já nos ter habituado à inoperância e ao sectarismo”, leva a que a associação de Águeda tenha pedido ao Ministro da Economia que “intervenha no sentido de desenvolver as medidas necessárias para que seja garantido o bom e normal fornecimento de electricidade às empresas da região de Águeda”.
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