Espinhel: JS de Águeda conheceu os problemas da freguesia
A JS de Águeda esteve em Espinhel, no âmbito da iniciativa “Maior proximidade, melhores soluções”, e reuniu com o presidente Manuel Campos.
O actual executivo provém de um movimento de carácter cívico, com diversas tendências políticas, e Manuel Campos afirma que, à data da sua chegada, “a freguesia estava parada no tempo”. Foram referidas diversas intervenções actual executivo, de que são exemplo “os metros de valetas, a requalificação do adro da igreja, a dinamização do edifício da JF e atendimento aos cidadãos, bem como a aquisição de utensílios e máquinas para trabalhar por toda a freguesia”. A JS tomou conhecimento da Brigada de Obras, de sete pessoas, e que coloca em marcha uma série de intervenções preconizadas pela JF. Manuel Campos defende que “a freguesia sempre gerou mais receitas ao erário público do que recebeu em investimentos” e evidenciou que há alguns anos (dando o exemplo de 1999) «a Câmara não previu um cêntimo de investimentos em Espinhel!». “Isto é mais uma prova é dada ao que a JS já afirmou em anteriores comunicados: o comportamento tendencioso de algumas Câmaras anteriores a 2005”, comentou Tiago Soares, líder da JS. Uma das temáticas centrais foi a pateira. O presidente mostrou-se “satisfeito com rumo dado” por Gil Nadais, considerou que “é de extrema importância que os seus projectos se concretizem” e mostrou-se “contente com a quase inexistência de jacintos”. Todavia, lançou críticas ao presidente da JF de Fermentelos, Amílcar Dias (PSD), pelo facto de “não ter apoiado a intervenção na pateira, com a máquina para limpeza de jacintos, ao mesmo tempo que sempre tentou que Fermentelos se apoderasse da pateira e das suas margens”. Referiu que, no passado, a cartografia mostrava, de “forma estranha”, que Espinhel não tinha margem na lagoa e que pertencia toda a Fermentelos e disse que “foi uma feliz ideia da Câmara PS promover um encontro para resolver os limites administrativos entre Espinhel, Ois da Ribeira e Fermentelos, já que a freguesia está a perder dinheiro por ter menos área geográfica do que a que efectivamente tem”. Além deste “estranho caso de limites”, referiu “outra estranha situação” - a do número de eleitores de Espinhel, que “não representava a verdadeira realidade”, aquando da sua chegada à JF, o que “limitava a freguesia, ao nível da transferência de verbas da Câmara”. O recenseamento foi uma das suas lutas logo que chegou. A JS “apenas questiona”: “De que período de tempo provém esta situação das áreas geográficas e eleitores, tão importantes para definir receitas e colocar em marcha estratagemas no mínimo obscuros por parte de alguns?”.
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