CDS/PP PODE LIDERAR DESTINOS DO CONCELHO DE ÁGUEDA
Jan 23,2008 00:00 by RSP
Filipe Mota Gonçalves, de 36 anos, é o novo presidente da Comissão Política Concelhia de Águeda do CDS-PP. “Vamos aumentar a influência do partido”, disse a SP.

Natural de França e com ligações familiares ao Pombal, casou na Póvoa de Vale do Trigo, Belazaima do Chão, há 10 anos, altura em que se radicou em Águeda. Politicamente, como dirigente, fez parte das equipas dos presidentes Manuel Coutinho, António Martins e José Carlos Santos, antes de chegar à liderança.
Filipe Mota Gonçalves foi eleito para um presidencial mandato de dois anos (2008/2009) e ambiciona “aumentar a influência do partido na sociedade política aguedense”.
SOBERANIA DO POVO (SP): Que balanço faz ao desempenho do seu antecessor à frente da concelhia do CDS-PP?
FILIPE MOTA GONÇALVES (FMG): O José Carlos Santos mostrou que é um democrata-cristão convicto, sempre disponível para o partido, mesmo nos momentos mais difíceis. Por motivos profissionais e familiares, decidiu não se recandidatar à estrutura concelhia, mas, todos sabemos, é um quadro importante do CDS-PP, que, no futuro próximo, haverá de regressar à frente da cena política local.
SP: E que balanço faz?
FMG: Julgo que o José Carlos Santos fez um trabalho muito positivo, numa fase díifícil que o partido atravessou.
SP: Porque razão se disponibilizou para liderar a Concelhia do CDS-PP de Águeda?
FMG: Tenho um percurso feito neste partido e identifico--me com os seus ideais e a sua forma de estar nas várias vertentes políticas. Correspondi aos convites que me endereçaram para assumir a liderança da Concelhia, sabendo que não será uma tarefa fácil, mas não qual estarei de forma muito empenhada.
SP: Como é que está o partido, em Águeda?
FMG: Eu transitei da antiga direcção e fiz parte das equipas do sr. Manuel Coutinho e do prof. António Martins. Sou, por isso, conhecedor da realidade do partido nos últimos anos e julgo que o CDS-PP está no caminho certo.Estamos numa fase de renovação, em que é preciso encontrar um novo alento e uma nova dinâmica, para relançar as políticas que defendemos.