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Petição em defesa do Hospital de Águeda
Jun 18,2013 00:00
by
RSP
O presidente da Câmara Municipal é o primeiro subscritor da petição “Pelo Hospital de Águeda e melhor saúde na região”, anunciada em conferência de imprensa, com a presença de populares, a 13 de Junho.A petição sugere que o Governo “demita o actual Conselho de Administração (CA), implemente o plano de desenvolvimento estratégico do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV) e negoceie os eventuais reajustamentos que tenham de ser realizados”. Gil Nadais não se conforma com a perda das “obras de remodelação das urgências, serviço de cirurgia, especialidades médicas, internamento em cardiologia, patologia clínica, farmácia, exames complementares de diagnóstico em cardiologia e ortopedia”. “Perdeu-se na urgência, nas valências de cirurgia, na ortopedia e no apoio laboratorial”, constatou Gil Nadais, que acusa o CA do CHBV de “esvaziar o Hospital de Águeda de serviços, diminuindo de forma drástica a quantidade e a qualidade dos serviços médicos prestados”. Gil Nadais entende que a administração, presidida por José Afonso, “tem sistematicamente violado os seus compromissos, demonstrando uma atitude errática sobre a estratégia para o centro hospitalar e uma vontade férrea de encerrar serviços, mesmo que essa opção acarrete aumento das despesas”. Encerramento do Hospital “O CA do CHBV negociou com o Ministério da Saúde um plano de ajustamento secreto que, face à acção que vem desenvolvendo e à forma prepotente como vem impondo a sua vontade, só poderá apontar para o encerramento do Hospital de Águeda”, acusou Gil Nadais. O autarca refere-se ao Plano Estratégico do CHBV como sendo um documento “vago, pouco estruturado e incipiente”, acusa José Afonso de “falta de respeito pelos órgãos democraticamente eleitos” e não poupa o Ministro da Saúde, referindo-se “à pouca atenção que o Governo dá aos cidadãos de Águeda”. A ideia da petição é, segundo Gil Nadais, “um primeiro passo, mas se houver necessidade de partirmos para outros meios, não teremos problemas nenhuns, mas não digo onde poderemos acabar!”, rematou o presidente da edilidade numa sala com cerca de 40 pessoas. |