|
8628
May 26,2010 00:00
by
CV
A cidade de Águeda, por uma noite, viveu nas trevas. Sem luz pública. A EDP, várias vezes consultada, ora não atendeu ou remeteu explicações para a tarde de S. Nunca! Assim se comporta uma empresa pública, gerida por homens que ganham milhões mas que não liga patavina a quem devia servir. 1 - O mundo rural vai ter o seu espaço em Águeda, numa iniciativa que quer repetir o êxito de 2009 e mostrar o que vale um sector desprotegido, mas combatente, que não vira a cara aos “maus tempos” e vai resistindo à erosão de leis e à míngua de mercados. Os empresários do pior quinhão da economia portuguesa assim se afirmam em Águeda. Com capacidade mobilizadora e organizativa. E com sucesso. 2 - Um estudo nacional coloca a Câmara Municipal de Águeda como uma das melhores pagadoras - a dois meses da data da factura. Falando do distrito de Aveiro, é o sétimo município, em 20. Melhorou, de 2009 (eram 88 dias). 3 - O concurso literário do D. Duarte Lemos “mobilizou” cerca de 250 jovens escritores de todo o país. É bonito! Para Águeda ficou ainda graça de a vencedora ser Margarida Neves, aluna do próprio IDL. Assim como o terceiro lugar - de Patrícia Florindo. Valeria o concurso, por si só e pela gravidez de cultura que espalha pelas escolas e entre os mais jovens, despertando-os para o prazer da escrita. Por afirmar novos valores da cultura portuguesa. Mas a Águeda fica o sabor destas posições, mais a menção honrosa de Francisco Nolasco Santos, da EB 2,3 de Fermentelos. 4 - Os Serranos foram à Galiza, levando no regaço e na alma a cultura de Águeda. O grupo de Belazaima dispensa elogios. Vamos esperar pelo que êxito que prepara, na projectada iniciativa “Macieira - Terra Com tradições”, que lá para Setembro porá Águeda no mapa da cultura popular n CV |